4.07.2012


Deixo que o mundo te traga outra vez. Que as horas passem num vai e vem de pequenos minutos como um relógio sincronizado a contar os passos. De uma respiração só o meu corpo espera por ti e quem passa nada vê, não pode saber, compreender. O corpo que sente falta do teu suspiro. Quando chegares já não vou saber dizer-te nada. Deixo que os meus gestos, todos os meus sentidos, sejam teus.

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