2.22.2008

hoje as noites já parecem mais cheias. preenchidas.
não de ti. da falta que já não me fazes.

that's it.

2.07.2008

by days

dias que parecem pequenos.que roubam o tempo e a memória. sugam a historia que vivemos, que temos. fazem parecer a gente pequenina. não há sombra, não há luz. há o dia que segue atrás do outro. empurrando a memória e o passado que teima em seguir os dias cansados e destruídos. os dias são curtos. trazem a saudade a vontade de voltar atrás. cometer o mesmo erro. vezes sem conta. há dias assim. dias em que a memória é o refugio mais solitário. mas o mais ansiado, o mais procurado. há dias como todos os dias. há dias assim.

29.4

inspiração momentânea.

^Forever you**

há coisas que não se explicam. não por não terem explicação. nem é que não mereçam ser explicadas. a explicação pode torná-las complicadas. difíceis de entender. aquelas coisas boas que ficam. que sabem bem e que duram com uma duração tão inexplicável que parecem infinitas. mesmo que só durem pequenos pedaços de vida, de tempo. para nós que são eternas. inexplicavelmente eternas. aquelas boas coisas de sempre. e que ficam.