Estranhos são os corpos que pouco comunicam entre si. A inutilidade com que se desenham as palavras que não encaixam na do outro, a subtileza com que são ouvidas e quase nada reconhecidas. Parece atento. Da boca, da que diz frases que se escutam, e ouve-se ao longe uma felicidade que ainda não se conhece. Está tudo bem, ali. Está, por agora. Porque não se conhece outra vida. Mas são só palavras e parece que escutá-las ou não pouco importa. Que o tempo passa mesmo assim, só passa mais devagar.
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